quarta-feira, 21 de maio de 2014

Domissanitários - Enzimas lavam roupas sem agredir ambiente.

Química e Derivados, Domissanitários


Em sintonia com os tempos modernos, as enzimas têm potencial para tornar sustentável uma formulação convencional, atendendo aos anseios dos consumidores que procuram, cada vez mais, produtos de limpeza eficientes e inofensivos ao meio ambiente. Esta é a opinião do especialista em bioinovações Thomas J. Burns, da área de Customer Solutions, da Novozymes North America. No passado, o pensamento do consumidor era restrito a limpar bem, ou seja, o preço era o grande diferencial entre produtos. Agora, o consumidor quer uma limpeza ecologicamente correta. “As enzimas têm capacidade para melhorar os domissanitários”, afirma Burns, reconhecendo que esses ingredientes estão sendo mais utilizados nas marcas de primeira linha. No caso do mercado brasileiro, no qual trabalhou há alguns anos, a quantidade de produtos de limpeza é grande, com diversos níveis de preços, mas muitas marcas “precisam melhorar a qualidade e a eficácia dos seus produtos”. 
Burns acredita que, como o consumidor brasileiro está mais exigente, ele vai acabar procurando um produto multiuso, com várias propriedades agregadas. Não só para tirar manchas, por exemplo, mas também para cuidar da qualidade das roupas. “As enzimas melhoraram a detergência, elas removem manchas e fornecem benefícios antirredeposição de sujeiras”, destacou Burns durante palestra na 10ª Household Auto Care, realizada no início de setembro no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista. Pesquisa da Nielsen, realizada em março deste ano, reforça a tese de Burns: 74% dos brasileiros estão dispostos a comprar produtos de empresas com programas de sustentabilidade. As proteases, amilases, lipases, pectinases e mananases são indicadas para remover as sujeiras complexas. Não à toa, essas enzimas estão, desde os anos 60, cada vez mais presentes em escala global nos produtos de limpeza. As enzimas também mantêm e restauram a aparência de novo do algodão, conservando a cor e a brancura. “Os desenvolvimentos da biotecnologia levaram a mais opções de enzimas para uma faixa de pH mais ampla, mais eficiência a baixas temperaturas, melhor compatibilidade de fórmula (resistência a alvejantes, aniônicos e umidade), atividades isoladas para benefícios específicos e força de produto mais alta, com custos de desempenho mais baixos”, declarou Burns. 
Para defender a ideia de que as enzimas também são “acessíveis” aos produtos de limpeza mais baratos, Burns exibiu gráfico com a evolução dos preços das matérias-primas. Estas vêm apresentando comportamento volátil e crescente, “enquanto as enzimas possuem um preço estável”. Assim, a otimização da formulação com enzimas pode garantir mesmo custo e melhor desempenho; ou custo mais baixo e mesmo desempenho. A solução multienzima correta auxilia a aprimorar o desempenho, manter o custo estável e reduzir o impacto ambiental, aproveitando ao máximo o surfactante e substituindo o tripolifosfato de sódio por um sistema alternativo.
Adriana Guerra Maganhotto, gerente de desenvolvimento de novos negócios e marketing da Novozymes Latin America, explicou que, 100% biodegradáveis, as enzimas podem aumentar a produtividade e reduzir o custo de produção para o fabricante, que usa menor quantidade de químicos e cumpre metas de sustentabilidade, colocando um produto de melhor qualidade e baixo impacto ambiental no mercado. E a dona de casa passa a contar com um produto superior, capaz de remover manchas e promover a revitalização dos tecidos.
Segundo Burns, a bioinovação – de enzimas e outros ingredientes baseados em biotecnologia – transformou as formulações de produtos de limpeza nas últimas décadas. “Avanços contínuos são esperados, com mais desempenho nas enzimas e outros itens”, previu. Benefícios ao consumidor: detergentes sem fosfatos, maior poder de remoção de manchas, roupas mais limpas, menor consumo de espaço e capacidade de lavagem a frio.
Assim como acontece nos mercados norte-americano e europeu, Burns vê uma tendência favorável para produtos de limpeza concentrados e líquidos. “Quase todos os detergentes são concentrados duas ou até seis vezes nos Estados Unidos”, relatou. Isso significa economia de água.

Fonte: www.quimica.com.br

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Toxina fatal é descoberta e mantida em segredo por medo


Toxina causadora do botulismo
São Paulo – Cientistas americanos descobriram um novo tipo de toxina botulínica, a substância mais mortal conhecida pelo homem, nas fezes de uma criança. Por não existir antídoto disponível, os pesquisadores mantiveram seu código genético em segredo, para evitar seu uso como arma biológica.
A descoberta, feita por Stephen Arnon no Departamento de Saúde Pública da Califórnia, foi divulgada pela New Scientist.
Causadora do botulismo, a toxina costuma ser tratada com anticorpos, mas ainda não há nenhuma forma eficaz para tratar essa variação, batizada de tipo H, oitava registrada. Uma dose inalada de 13 bilionésimos de grama da proteína botulínica, produzida pela bactéria Clostridium botulinum, é capaz de matar um adulto.
Apesar de sua toxicidade fatal, é preciso interferência humana para que a substância se transforme em ameaça. Por esse motivo, o estudo foi publicado parcialmente e o código genético continua em segredo.
O medo de especialistas em biosegurança é que a substância possa ser utilizada como arma biológica. Uma dose muito pequena inserida num centro de distribuição de leite, por exemplo, colocaria em risco a vida de centenas de milhares de pessoas.

Fonte: Revista Exame

domingo, 11 de maio de 2014

CRISTAIS COMESTIVEIS




Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Jl4z9p1j1C4 - Manual do Mundo

Novo scanner portátil ajuda a revelar 'composição química' de objetos.

Fabricantes dizem que aparelho, desenvolvido com quase US$ 1 milhão captados por crowdfunding, permite saber, por exemplo, se uma maçã tem agrotóxicos ou se joia não passa de bijuteria barata.


Apetrecho permite que usuário saiba, por exemplo, a quantidade de agrotóxico de verduras, legumes e frutas (Foto: Consumer Physies/BBC)

Uma startup israelense criou um dispositivo que revela instantaneamente a composição química de diferentes objetos, de comida a joias, passando por medicamentos e até mesmo plantas.
Na prática, isso permite saber, por exemplo, se uma maçã tem agrotóxicos ou se uma joia não passa de uma bijuteria barata. Do tamanho de uma caixa de fósforos, o pequeno aparelho foi inventado pela empresa Consumer Physics, sediada em Tel-Aviv, que alega ter desenvolvido o primeiro espectrômetro (instrumento ótico usado para medir as propriedades da luz) molecular barato e de fácil acessibilidade do mundo. O dispositivo se assemelha a um scanner de mão: o usuário aponta o equipamento em direção a um objeto, pressiona um botão que emite uma luz azul e, alguns segundos depois, obtém as informações sobre suas características moleculares. Dror Sharon, co-fundador da Consumer Physics, diz acreditar que a invenção, batizada de SCiO, pode se tornar um 'Google' para o mundo físico, ou seja, uma maneira de buscar e descobrir instantaneamente a composição dos objetos ao nosso redor. O SCiO custa US$ 199 (R$ 450) e foi revelado ao público pela primeira vez na semana passada. O projeto consumiu três anos de pesquisa e levantou mais de US$ 900 mil (R$ 2 milhões) na plataforma de crowdfounding (financiamento coletivo) Kickstarter - quatro vezes mais do que a meta inicial da companhia, de US$ 200 mil (R$ 450 mil) - em apenas 40 dias. Hardware O lançamento do dispositivo retrata um fenômeno que especialistas já estão chamando de 'renascimento do hardware'. Isso porque, depois de anos concentrando seus investimentos em start-ups de software, como aplicativos ou sistemas operacionais, os investidores parecem ter 'redescoberto' uma nova fonte de receitas: as fabricantes de hardware. 'Montar uma start-up de hardware requer muito menos capital de giro e é muito menos arriscado', diz Boris Wertz, investidor e dono do fundo de private equity Version One Ventures. Segundo ele, a ascensão do processo de impressão 3-D, a universalidade dos smartphones e linhas de produção mais eficientes facilitaram a entrada de novos players no mercado - e sem a necessidade de investimentos vultosos. Nessa semana, desenvolvedores novatos estão tendo a chance de expor seus produtos, na esperança de obter o dinheiro necessário para materializar seus sonhos - e, quem sabe, se tornar um novo Twitter ou Facebook. A disputa pela atenção dos investidores ocorre na feira de tecnologia TechCrunch Disrupt, um dos maiores eventos do tipo dos Estados Unidos. Dois dos finalistas da competição 'Start-up Battlefield', realizada durante o evento, são duas fabricantes de hardware: a Tango PC, que fabrica computadores com sistema operacional Windows do tamanho de smartphone usando 'tecnologia espacial' e a Mink, que desenvolve impressoras de maquiagem. As estatísticas também comprovam o novo foco dos investidores. Segundo a Dow Jones VentureSource, mais de US$ 869 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) foram investidos em start-ups de hardware em 2013, praticamente o dobro dos US$ 422 milhões (R$ 940 milhões) aplicados em 2012.
Parte do que vem atraindo investidores como Wertz é que as fabricantes de hardware são agora capazes de exibir protótipos e arrecadam fundos para seus projetos via sites de crowdfunding (financiamento coletivo).
'O crowdfunding se adequa perfeitamente à proposta das fabricantes de hardware', diz Scott Miller, fundador da Dragon Innovation, que ajuda as companhias a levantar dinheiro para fabricar produtos, principalmente na China.

Fonte: www.g1.globo.com




sábado, 3 de maio de 2014

Ununséptio é confirmado por cientistas e agora integra a tabela periódica.

Depois de quatro anos de tentativas, um grupo de cientistas da Alemanha provaram a existência do elemento.
Ununséptio é confirmado por cientistas e agora integra a tabela periódica
A tabela periódica acaba de ganhar um novo personagem. Estamos falando do elemento de número 117, que será chamado de Ununséptio pela comunidade científica. Ele havia sido descoberto no ano de 2010 pelo Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear — o JINR, que é formado por cientistas da Rússia e dos Estados Unidos. Mas somente agora ele foi confirmado por outro grupo. A União de Química Pura e Aplicada (IUPAC) exige que grupos independentes confirmem a existência de um elemento químico antes de aprovar a integração dele à tabela periódica divulgada internacionalmente. E quem realizou a confirmação foi um grupo de cientsitas do Centro GSI Hemholtz, que fica na Alemanha. A comprovação do Ununséptio levou quatro anos para sair. Segundo o site IFL Science, a comprovação aconteceu depois que os cientistas do GSI conseguiram bombardear Berquélio radioativo com Cálcio. Com essa nova informação, os cientistas agora possuem caminho aberto para pesquisar a existência de outros elementos que podem ser criados em laboratórios. Será que é possível montar elementos 118, 119 e outros?

Fonte: www.tecmundo.com.br


Como fazer fogo colorido (experimento de química)

Sangue falso!